Ah, o Zé …

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Como diria Liniker, “ai, o Zé, bom, vou deixar pra lá”

Não, pera! Vou contar pra vocês sobre o Zé.

Todo mundo falava do Zé, um cara bem gostoso de 1,90m de altura, 22 anos, careca, tatuado, braços fortes e com cara de quem fode bem gostoso. Apesar de ser um cara bem grande e forte, o Zé não tinha um corpo escultural, muito menos uma barriga trincada de academia, mas era incrivelmente gostoso e me deixava louco de tesão.

Rezam as lendas que o Zé tem rola enorme, grande, grossa, que mal cabe na boca. Essas histórias me deixavam ainda com mais tesão nele, mas ele tinha um único defeito: era hétero. Pra mim nunca existiu esse lance de ser hetero, bissexual ou gay, oferece uma boca gostosa pra mamar o pau de um hétero, sem ninguém ver ou saber, pra ver o que acontece. Agora imagina se também tiver uma bunda gulosa na jogada. Então, vou contar como dei pro Zé.

O Zé morava no mesmo prédio que eu, um dia eu estava voltando do mercado com as coisas pra fazer o almoço e o Zé entrou no elevador, falou brincando que estava com fome e me perguntou o que ia rolar de bom no almoço. Minha vontade era de gritar “EU”, mas disse que faria macarrão e que essa vida de solteiro morando sozinho, não é fácil. Chamei ele pra almoçar, mas ele deu uma desculpa qualquer e desceu no andar dele. Desci no andar de cima, entrei em casa de pau duro pensando naquele homão da porra. Tirei a roupa, tomei uma ducha e resolvi preparar o almoço ainda pelado, depois de um tempo a campainha tocou e fui ver quem era. E era o Zé.

  • O convite pro almoço ainda está de pé?
  • Claro que sim. Tô terminando o macarrão … uhm, entra aí que vou colocar uma roupa.
  • Porra, cara! Não quero te atrapalhar.
  • Ah, relaxa. É bom ter alguém pra comer junto. Falei e fui andando pro quarto pra colocar uma samba canção. Fui dando aquela reboladinha básica e eu sei que ele ficou olhando minha bunda lisinha e durinha.

Depois de um tempo, voltei e o Zé estava sem camisa, escorrendo o macarrão, olhou pra mim e disse que ia me ajudar. Continuamos conversando até que ele me agarrou e me beijou. Ele estava de pau duro, duro pra valer, e foi me levando pra sala enquanto me apertava, beijava, dava tapas na minha bunda. Eu fiquei louco de tesão, gemia alto quando ele me dava os tapas na bunda e puxava a boca dele com meus dentes.

Ele me jogou no sofá, ficou em pé me olhando, deu um tapa de leve no meu rosto e falou:

  • Quer ser a minha putinha hoje?

A minha resposta foi bem clara e objetiva. Arranquei o shorts dele com força e cai de boca naquela rola gostosa, cabeçuda, veiuda, grossa e pesada. Era uma rola linda, cheirando a sabonete ainda, era um pouco torta pra cima, pra encaixar melhor na bunda. A rola dele mal cabia na minha boca, mas eu continuava chupando com vontade, babando ela toda, olhando pra ele com cara de safado.

Ah, o Zé! Era a única coisa que eu conseguia pensar. Ele batia com a rola na minha cara, puxando minha cabeça pra enfiar toda a rola enorme na minha boca. Eu sentia ela pulsar, e isso me deixava louco, meu cu estava piscando louco pra ter aquela rola perfeita me fodendo bem gostoso. O Zé começou a fuder a minha boca, metendo a rola dele bem fundo na minha garganta, tirava e enfiava de novo, com força.

Eu estava ficando louco de tanto tesão, olhei pra ele e quase implorei:

  • Me fode bem gostoso. Quero sentir tua rola toda dentro de mim.

Ele não me respondeu com palavras, me virou de quatro e ali mesmo, no sofá, começou a me meter forte no meu cu. Eu gritava de dor e ele enfiava mais. Quanto mais eu pedia pra parar, mais ele enfia. Meteu o finalzinho do pau que estava pra fora do meu cu e ficou fazendo força pra entrar mais, quanto mais ele me pressionava, mais eu gostava. Ele começou a morder meu pescoço e orelha e falando com a voz grossa, bem baixinho, pra eu relaxar e aproveitar.

Quando eu comecei a me acostumar com a aquela rola pesada dentro de mim, ele começou a bombar gostoso no meu cu, abriu mais a minha bunda e cuspiu em cima da rola, tirou ela pra ver o quanto ele me arrombou, e meteu tudo de uma vez. Começou a me comer forte e rápido, devagar e forte, e assim ficou por um tempo. Sentou no sofá e mandou eu sentar na rola dele, olhando pra ele, e eu obedeci.

Transamos por uns 40 minutos, já estávamos no chão, eu de bruços e ele por cima, quando ele disse que queria gozar e me perguntou onde eu queria ganhar leitinho. Na hora disse que queria na boca, pra sentir o gosto dele. Ele tirou a rola, ficou batendo punheta e esfregando as bolas na minha cara. Me deu um tapão na cara, puxou minha cabeça pra trás e enfiou a cabeça da rola na minha boca e gozou. Nunca tinha engolido tanta porra quanto engoli a do Zé. Tinha um gosto bom, era meio líquida meio expeça, engoli duas vezes a porra e ainda babei um monte pelo queixo.

O zé me olhava em pé, com a cara de prazer, agachou e me deu um beijo na testa e colocou a bermuda e disse que voltava pro jantar. Deu uma corridinha pra porta, parou, olhou pra mim e sorriu e disse:

  • Melhor bunda que já comi até hoje. E gritou: CARALHOOOOOOO!

Eu fiquei no tapete da sala, meio sentado e meio deitado, com o cu ardendo e a cara cheia de porra, com um sorriso que eu jamais descobri que poderia dar. Meu pau gozou sozinho enquanto aquele homão da porra me comia, nesse dia eu descobri o que era um verdadeiro orgasmo. Ah, preciso contar que ele voltou mais tarde e disse que tinha planos de passar a noite toda ali comigo, e já disse que pediríamos uma pizza. E a noite foi ótima.

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