O Borracheiro

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Tem dias que você acorda achando que vai ser O DIA! E de fato é aquele dia que você pede logo a Deus que acabe. Bem. Quer dizer, até que o caminho dos ventos muda e tudo sopra ao seu favor. Era um dia comum como todos os outros, o dia tinha amanhecido lindo. Pássaros cantando no céu de um azul límpido sem nenhuma nuvem. Tive que sair para resolver umas coisas numa cidade próxima a minha. Vesti uma roupa leve, pois o sol pretendia esquentar muito naquele dia.

Vestindo uma bermuda azul e uma camiseta regata branca, calcei o tênis com meias para não fazer calo nem chulé nos pés e sai de casa umas 8h30, coloquei uma garrafa com água na mochila, um lanche básico e sai na moto, passei por um trânsito muito movimentado e por fim cheguei a avenida de acesso para a cidade vizinha, fui indo até certo ponto da grande avenida, eis que me aparece um desvio a direita, uma placa imensa onde tinha em letras garrafais:

“Queira virar a direita. Segui os demais veículos, entrei no anel viário e dei graças a Deus que por ali iria me economizar muito tempo por não ter tanto semáforo, pensei que chegaria mais depressa à outra cidade e poderia resolver logo tudo o que tinha para fazer”.

Como fui tolo, mal consegui terminar meu pensamento infame, sinto o pneu traseiro começar a bombear e logo reduzi a velocidade e por fim, percebi que o pneu havia furado. Dei sinal na via de que iria parar e levei-a para o acostamento. Olhei para o meu lado esquerdo mato e a ferrovia, olhei para o lado direito, terrenos cercados por arames farpados, o sol começava a esquentar naquele céu azul, abutres voavam em bando à procura de qualquer carniça para se alimentar.

Comecei a suar, tirei o celular de dentro da mochila e vi que não tinha sinal de área telefônica para nenhuma das duas operadoras. Ou seja, estava impossibilitado de pedir ajuda para alguém.

Sentei na moto e fiquei pensando se voltaria empurrando para uma borracharia que tinha visto a uns 30 km ou se seguiria em frente para ver se encontrava outra borracharia mais próxima.

Bebi um pouco d’água, coloquei o capacete no cós da mochila, limpei o suor que começava a escorrer pelo rosto, e fui empurrando a moto, não sei por quanto tempo andei empurrando, só posso dizer que naquela altura do campeonato a moto pesava mais do que meu corpo.

À água já havia acabado, já tinha comido também as duas maçãs, peras e bananas que tinha colocado na mochila, durante aquele trajeto não passava carro, nem moto, nem caminhão, nada, me sentia no deserto. Por um lado era bom estar sozinho. Pelo menos tinha a certeza que não seria assaltado.

As pernas começaram a doer, e o desespero chegou, tirei novamente o celular de dentro da mochila e já era quase 12h40 da tarde. Quando por fim como se fosse uma miragem a uns 5 m vejo o nome escrito com uma tinta que já estava começando a apagar-se numa placa confeccionada artesanalmente por dois pneus velhos, um servindo de apoio e o outro onde estava escrito Borracharia. Esfreguei os olhos para ter certeza de que o que estava vendo era real ou se não era uma miragem.

Montei na moto e mesmo ela bombeando liguei e fui bem devagarzinho próximo ao acostamento até a borracharia, o local eu sabia que não era longe, mais devido ao sol, o cansaço se tornava distante, mesmo a moto estando ligada.

Por fim cheguei; olhei ao fundo para um casebre uma motoneta cinquentinha vermelha estacionada no canto direito, ao lado esquerdo um pé de castanhola imenso e do lado da imensa árvore uma caixa de alvenaria. Desci da moto, bati palmas três vezes e nada, o desespero foi tão grande que gritei quatro vezes, quase sem forças até aparecer por entre a porta que dava para o casebre, um rapaz, alto, moreno, parrudo, calça jeans suja e rasgada, um peitoral largo e definido com pelos ralos que iam de encontro com os do caminho da felicidade.

Ele coçou a cabeça e os olhos castanhos claros. Ele estava com cara de sono, seus cabelos castanhos e encaracolados voavam com aquele vento quente, mesmo ainda sonolento ele perguntou num tom meio autoritário:

– Diga aí Minha Joia no que posso servir?

Mesmo muito cansado, ainda vinha em minha cabeça saliente coisas muito safadas às quais gostaria que ele pudesse me servir, balancei a cabeça novamente tentando fugir de meus devaneios e falei:

– Estou com o pneu da moto furado, teria como você ajeitar para mim? Eu já andei tanto que não estou conseguindo mais dar um passo.

Ao me ouvir dizendo isso, ele veio desfilando aquele corpo grande e moreno todo suado aproximou-se de mim, e se apresentou chamando-se, Guto. Ele foi logo pegando a moto, tomando o meu lugar e foi empurrando a moto em minha frente eu pude perceber que ele estava sem cueca, pois com o seu caminhar a calça foi descendo pelo seu quadril e por fim apareceu o seu cofrinho. Aquela visão maravilhosa me fez excitar, meu pau tomou forma dentro da bermuda apertando o tecido da cueca enquanto eu ia seguindo-o logo, fiquei melado.

Ele parou a moto onde ia fazer o conserto, pegou algumas ferramentas e se agachou de costas pra mim, mostrando toda a sua bunda, fiquei babando por aquela cena, me aproximei um pouco mais e me sentei diante de uma caixa de alvenaria redonda. Ele levantou-se rapidamente com o pneu em mãos, se agachou novamente e com um alicate e uma chave de fenda tirou a câmara de ar, levantou-se novamente e entrou no casebre, subindo a calça.

Saiu novamente, parou no meio da porta apertando o cacete e disse para mim:

– Vai sair um pouquinho caro, porque o estrago foi dos grandes. (Mais uma vez ele pegou no pau, agora apertando firme) – Engoli em seco e falei com a voz meio embargada, no que fez com que ele percebesse no ato:

– Não tem problema, só quero dar continuação a minha viagem. Eu tinha que estar lá na outra cidade antes das 14h00, só que agora vejo que não vai dar tempo, to cansado, com fome, precisando de um banho.

Como se fosse uma deixa para ele, ele disse:

– Não seja por isso Senhor, se quiser dar uma refrescada enquanto eu termino de consertar o pneu de sua moto, até porque o negócio aqui vai demorar um pouco. (Entrou mais uma vez dentro do casebre) Ouvi quando ele ligou o rádio, estava passando o jornal da tarde àquele horário.

Coloquei a mochila sobre onde eu estava sentado e fui dar uma sondada pelo terreno, para conhecer as extremidades do local. Do outro lado tinha um chuveiro a céu aberto, uma casinha com uma porta estilo sanfona e uma placa com as iniciais WC Unissex.

Entrei no pequeno vão, e por incrível que pareça o banheiro estava cheirando, e não havia nada no chão de cimento batido, abri a tampa do sanitário e logo coloquei meu cacete meio bomba para fora e dei uma mijada gostosa, fiquei alisando o pau imaginando loucuras com o tal borracheiro e quase que gozo, só não gozei por que ele bateu na porta me fazendo rapidamente colocar o pau dentro da cueca e bermuda, fechando rápido e desconcertante o zíper e o botão, quando abri a porta ele disse:

– Fiquei um pouco preocupado, o Senhor passou uns 20 minutos aí dentro, então resolvi ver se estava bem.

Ele se afastou um pouco me dando passagem e eu respondi. Acho até que um pouco grosseiro:

– Primeiro eu não SOU SENHOR, não tenho idade para ser seu pai ou seu avô, segundo, pode me chamar de você, ou pelo meu nome. Imediatamente dei a mão em cumprimento me apresentando, e terceiro, eu estava descansando as pernas, porque andei muito a pé empurrando a moto.

Ele fez ar de riso, e disse que ali eu poderia descansar o tempo que fosse necessário, até o remendo do pneu ser colado e restaurado por si só. Voltei para a caixa de alvenaria e me sentei lá esperando o conserto do pneu. Ele tinha entrado no casebre e estava demorando um pouco, eu não conseguia parar de pensar no volume dele, no cofrinho peludo, no peito, no abdômen trincado, aqueles bíceps e tríceps talhados feitos madeira de lei, toda aquela desenvoltura mexia com meus pensamentos. De repente, ele sai com uma toalha estava no ombro algum dia tivera sido branca, era meio desbotada, porém percebia-se a sua cor, olhando para mim pegando no pau como se quisesse me instigar propositalmente e me perguntou se eu tinha desistido de me refrescar.

Fiquei sem ação com aquela pergunta e com a visão, eu fiquei paralisado olhando para todo aquele monumento. Ele me chamou duas vezes pelo meu nome e despertei pudendo observar ele passando suas mãos grandes de dedos longos e grossos por entre os pelos negros do caminho da felicidade. Sem hesitar saboreei aquela visão mordendo o lábio inferior o fazendo notar o que eu desejava e disse:

– Fique a vontade, eu vou me refrescar um pouco aqui atrás no chuveiro, se você quiser ir para o banheiro é só ir, a cancela está fechada mesmo, não há perigo de entrar ninguém.

E saiu, indo para trás do casebre, ouvir aquelas palavras convidativas, como se ele estivesse dizendo para mim que iria tomar banho a céu aberto, que se eu quisesse ir prestigiá-lo, era só segui-lo. Não nego que fiquei tentado a ir dar uma conferida, mais o medo também me tomava conta, não sabia quem ele era, nem o que ele poderia fazer comigo ali naquele lugar, só ele e eu, sozinhos.

Demorei um pouco pensando se deveria ou não ir, afinal já tinha uns 15 minutos que ele estava atrás do casebre, misturando-se com o barulho do vento nas folhas de uma grande árvore de castanhola, um pouco distante podia ouvir o barulho da água do chuveiro caindo.

Eu ainda estava de pau duro, e ficava imaginando aquele corpo molhado e aquelas mãos passeando por todo aquele corpo, por fim, criei coragem e me levantei, fui andando lentamente para o final do casebre, onde o vi de costas, aquele corpo grande, parrudo e suculento todo molhado, bunda grande e durinha, pernas grossas e torneadas, com pelos ralos e negros na medida certa.

Ele encontrava-se de costas, e pelo o que eu podia notar ele estava se masturbando, sua mão direita fazia movimentos de vai e vêm me aninhei sobre o pé do muro e fiquei a espreita o observando, quando de repente sem querer pisei num galho que estalou, despertando nele os instintos fazendo-o virar-se. E eu vi aquele pau grande, grosso, cheio de veias, com pentelhos negros sobressaltados maiores do que os pêlos do corpo. Suas bolas grandes e pesadas; era uma perfeição, fiquei sem saber o que fazer ou dizer, quando ele sorriu e disse:

– Eu sabia que você viria, estava me segurando para não desperdiçar leite à toa.

E estendendo a mão, me chamou para junto de si, hesitei por algum instante, e ele mais uma vez chamou:

– Vêm, fica tranqüilo, sei que você ta afim, afinal com um sol quente desses, a gente tem mesmo é que se refrescar.

Tratei logo de tirar o tênis e as meias, coloquei a camiseta regata e bermuda sobre um tonel de ferro em um canto, e me aproximei dele, ele estava todo molhado, a água reluzia com o brilho do sol em seu corpo, e ele segurando firme o mastro falou entre os dentes:

– Vem safado, cai de boca aqui na minha mangueira, vem se refrescar um pouco.

Quando me agachei, ele me deu um bom banho de chuva dourada, virei o rosto para não engolir o mijo e fiquei sentindo todo aquele liquido amarelado cair sobre meu corpo, segurei firme em suas coxas grossas, e na sua última mijada, lavei a boca que estava seca.

Depois de cuspir, abocanhei aquela vara morena e veiuda e chupei até o talo, subi até a cabeça que estava coberta pelo prepúcio e enfiando a língua por entre a pele e a glande, e fiquei brincando, ele segurava meus cabelos massageando-o, enquanto a água caia sobre nossos corpos, ele gemia e eu agora me dedicava ao talo, quase não cabia em minha boca, ele brincava com minhas orelhas, me deixando arrepiado, depois ele desceu sua mão esquerda sobre meu rosto e bateu devagar pedindo que eu parasse, e assim eu fiz.

O borracheiro Guto me pegou pelos braços me pondo de pé e me puxou contra seu corpo grande e senti toda a sua força com aquele toque, me senti minúsculo diante aquele homem viril. Ele cheirou meu pescoço inalando ainda o meu perfume, e mordiscou minha orelha esquerda ainda roçou a sua barba em minha nuca até a outra orelha e enfiou a língua em meu ouvido, meus mamilos logo endureceram e meu corpo sensível por tantos meses sem sexo me fez ficar arrepiado.

Ele me virou de frente e começou a chupar meus mamilos, e mordiscá-los, brincava com os biquinhos retesados de tesão proporcionando uma gostosa sensação de prazer. Enquanto ele fazia isso em mim, suas mãos iam puxando minha cueca para baixo, me deixando totalmente nu, suas mãos ágeis tateavam minha pele causando-me um tremor que eu não sabia o porquê, porém era muito gostoso de sentir seus dedos cheios de calos apalpando todo o meu corpo. E olhando dentro de meus olhos, falou:

– Quando você chegou, eu tava batendo uma punheta, tava precisando mesmo comer um cuzinho, só não sabia que eu ia ter a sorte de ser o seu.

Beijou minha boca, sua língua procurava a minha, sua barba roçava no meu rosto e nossas barbas nos arranhavam as peles, nossas bocas se uniram em um duelo de línguas, o borracheiro foi me levando para próximo do tonel, onde eu havia deixado minha roupa e me mandou ficar de costas, e eu claro obedeci, ele se agachou entre minhas pernas, e abrindo minhas nádegas começou a cuspir no meu cu, e foi enfiando um dedo, dois, três.

Aquilo me fazia empinar à bunda rapidamente, ele começou a mordiscá-las foi procurando pelo meu cu, abrindo as polpas com as duas mãos e enfiando sua língua pontuda no meu cuzinho que já piscava, gemi alto e me abracei com o tonel na ânsia de querer fugir, ou não, de pelo menos me apoiar melhor para sentir todo aquele prazer. Ele subiu a língua passeando por meu cóccix e veio até minhas costas e pousando sua barba em meu pescoço, e disse em meu ouvido direito:

– Empina vai, me deixa entrar nesse rabo gostoso.

Virei meu rosto para trás à procura de sua boca para beijá-la e nos beijamos, nesse instante senti-o cutucando meu cuzinho com a cabeça do pau, eu nem estava lembrado de camisinha, só queria mesmo era sentir-me saciado por ele. Guto forçava querendo entrar em mim, me pedindo passagem. Empinei a bunda e senti-o se alojando dentro de mim, parecia que ia me rasgar por inteiro, a dor logo passou e ele começou a me foder ali de costas, depois levantou minha perna esquerda e metia fundo até suas bolas tocarem minhas nádegas, tirava quase tudo e enfiava de vez, eu gemia. Como era gostoso senti-lo dentro de mim.

O borracheiro tirou o pau de dentro de mim, se sentando em cima de alguns pneus de carro velhos, me chamou com o pau, que eu percebi que estava encapado por uma camisinha, que em momento algum eu vi-o pegando esse preservativo.

Também não queria saber qual era a mágica que ele tinha feito, só queria mesmo era sentar em seu colo, que fiz rapidamente me alojando naquele pau delicioso, comecei a quicar em cima, e ele batia em minhas nádegas que já ardiam, quando ele encaixou minhas pernas em sua cintura e se pós de pé, comigo em seu colo e me fodeu em pé segurando minhas nádegas me fazendo subir e descer de seu colo, nossos corpos agora molhados de suor escorregavam, foi aí que ele me colocou no chão e me mandou mamá-lo novamente.

Tirei a camisinha e comecei a chupar a cabeça, enfiando a língua por dentro da pele do prepúcio, fazendo-o gemer, ele fodia minha boca querendo que eu engolisse todo o seu mastro me fazendo algumas vezes engasgar e salivar, até que o senti inundando minha boca de sua porra grossa. Acho que foram uns seis jatos grossos em grande quantidade que foram direto para minha garganta, acabei engolindo tudo, enquanto ele ainda se contorcia pelos espasmos do orgasmo intenso, apertava meus mamilos deixando-os mais durinhos.

Me puxou para cima me abraçando forte, e chupou meus mamilos, sugando-os tirando de mim suspiros e gemidos, enquanto com a outra mão ele me punhetava fazendo-me chegar a no orgasmo sujando todo o chão de barro que estava molhado.

Já refeitos, tomamos banho e nos vestimos. Ele montou minha moto novamente e falou que eu não precisava pagar pelo conserto, que era só aparecer novamente por lá, sempre que eu quisesse, mesmo que não precisasse dos serviços dele como borracheiro.

Dei um beijo demorado nele, liguei a moto e voltei para casa, por que já era quase 17:30 da tarde e o que eu ia resolver aquele dia, não daria, pois o local fechava as 17h00. Cheguei à minha casa, cansado, porém, saciado sexualmente e feliz.

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®Erick Clark Oficial™

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