O Sexo Fica Mais Gostoso Na Lavanderia

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Se alguém disser que gosta de afazeres domésticos está mentindo. Quando fui morar sozinho, não pensava que seria tão difícil. Só estava visando apenas a minha tranqüilidade e privacidade. Nas primeiras semanas tudo foi maravilha. Filmes, festas do pijama, amigos, bebedeiras até altas horas, orgias e Swing com vários Boys Magic Power. Até que as roupas começaram a ficarem sujas. E como não sei lavar roupa, tive que optar pelo jeito mais prático, rápido e eficaz. A Lavanderia.

Era final de semana, e pra piorar, sábado. E eu praticamente estava apenas com a roupa do corpo e nada mais, procurei alguma lavanderia próxima a minha casa para poder facilitar as coisas para mim, infelizmente só encontrei uma em outro bairro bem distante. Como já tinha juntado tudo em três sacolas enormes, tudo quanto era roupa, peças intimas, e conjuntos de cama, mesa e banho, coloquei-as dentro do carro e fui.

Não achei que seria tão entediante de principio levar as roupas para lavar, por que no local onde só tinha mulheres, e ter que ficar ouvindo as conversas delas, elas o tempo todo falando mal de seus namorados, maridos, amantes, ficantes, era um porre. Fora isso tinha também um lado bom, elas conversavam cada coisa cabeludas que faziam com os caras que acabei ficando com tesão, sem contar com o Boy Gato que trabalhava lá na recepção, elas ficavam conversando entre elas, contando suas fantasias que tinham com o gostosão.

Acabei fazendo amizade com algumas enquanto esperava desocupar uma máquina, já que dentre as 50 máquinas de lavar apenas 15 estavam funcionando. Por fim depois que tinha perdido praticamente todo o meu fim de tarde de sábado, consegui uma máquina no final do corredor, comecei pelas roupas brancas e todos os conjuntos de cama, mesa e banho, enquanto colocava calças, bermudas, shorts, camisas e camisetas, comecei a notar que de longe eu estava sendo observado com muita atenção pelo funcionário do local. Comecei a ficar meio tenso, nervoso, porque agora só restava ele e eu no local, a última mulher tinha acabado de sair com suas roupas passadas e dobradas.

Enquanto eu estava com parte do corpo dentro da máquina, tentando entupir o máximo, pra ver se terminava logo, senti algo encostar-se à minha perna. Era o funcionário Gato que me observava, quando comecei a tirar meu corpo do fundo da máquina, sem querer bati a cabeça me deixando um pouco desnorteado, ele percebeu e tentou me ajudar a sair, segurando meus ombros para trás, ao sentir aquelas mãos grandes de dedos longos, tocarem minha camiseta regata, e minha pele, logo me arrepiei todo.

Fazia algum tempo que eu não sentia o toque de alguém em meu corpo, e logo isso me fez corar, eu estava de joelhos, ele recostado à máquina, trajando uma bermuda cor marfim e uma camisa pólo de cor branca, me pediu desculpas por me assustar, mas tinha que me passar uma informação.

– Boa noite? Desculpa o incômodo, mas é que daqui a duas horas eu estarei encerrando o expediente por hoje. Se precisar de ajuda ou algo a mais é só me procurar, meu nome é Jonas.

Eu olhava pra ele com muita vergonha por ter batido a cabeça e ele ter percebido, mas ao mesmo tempo não conseguia disfarçar o meu olhar para o volume no meio das pernas dele, era bastante visível. Gaguejei algo mais grave do que minha voz normal, e levantei com sua ajuda. O Jonas era muito lindo, corpo sarado, barba por fazer, deveria ter mais ou menos 1,70 de altura, olhos castanhos escuros, cabelo cortado estilo militar, coxas grossas e torneadas, um tesão de homem.

Enquanto eu, baixinho. 1,64 de altura, pesando 74 kg procurando entrar em forma, só que tinha um, porém. Eu sentia muita preguiça de malhar (risos), e com uma bunda imensa de dar gosto de ver, acho que foi exatamente isso que chamou à atenção nele, a posição que ele me encontrou.Já em pé, pude olhar melhor para ele, e pra tentar amenizar um pouco o clima eu falei que não sabia muito como manusear a máquina, perguntei se ele poderia me ajudar, e de imediato ele se prontificou.

Enquanto ele colocava os produtos em seus devidos compartimentos, o amaciante, sabão liquido, e a água sanitária, eu prestava atenção em todos os seus movimentos, suas costas largas, sua bunda bem desenhada, e suas pernas e coxas muito bem trabalhadas por horas na academia, comecei a ficar excitado, e quando ele virou-se de frente pra mim, perguntou na cara dura:

– Ta de pau duro Mano?

Gelei, mas, estava mesmo com tesão a flor da pele, e não tinha como esconder, por que ficou marcado na minha bermuda apenas confirmei com a cabeça, ele disse que também estava desde que me viu abaixando para pôr as roupas dentro da máquina.

Ele me puxou pra cima em um solavanco rápido e me pôs em cima da bancada, e começamos a nos beijar, ele logo tirou a camisa, mostrando um peitoral perfeitamente sarado com pelos negros e ralos, mamilos escuros e meio pontudos, visualizei toda aquela perfeição de corpo, com um abdômen trincado de tão sarado, com pelos também que desciam do tórax e se uniam com os do caminho da felicidade, o Jonas mordiscou minha orelha e veio roçando a barba pelo meu pescoço até chegar ao meu mamilo direito que ele já tinha subido a minha camiseta.

Foi sugando, lambendo, mordiscando, chupando – o depois fez isso no outro, me fazendo gemer, cravei meus dedos em suas costas largas onde tinha uma linda tatuagem que de princípio achei que fosse um pássaro, deitei minha cabeça no seu ombro esquerdo onde tinha uma tatuagem de um sol e fui arranhando – o, depois puxei contra meu corpo e cravei minhas pernas em sua cintura, e beije – o, ele foi me soltando e fui deslizando por seu corpo, sentindo-o seus pelos, sua pele e seu caralho duro no tecido da bermuda, que ao descer, me ajoelhei na sua frente, abrindo o cinto, o botão e o zíper e descobrindo que ele estava sem cueca.

Ver aqueles pentelhos negros me fez ficar com a boca salivando, um pau grande, grosso e reto, a cabeça tinha um lindo formato de flecha, o cheiro do sabonete invadiu minhas narinas, um cheiro suave que foi me acalmando, também começava a ficar melado, não perdi tempo e abocanhei a cabeça, fui engolindo, ou pelo menos tentando engolir, aos poucos.

Chupei muito a cabeça daquele cacetão, enquanto punhetava o pauzão dele com uma mão, a outra massageava as bolas, e agora eu me concentrava exclusivamente na glande que pegava fogo, muito quente, ele gemia, acariciava meus cabelos e minha orelha esquerda, me pedia com a voz embargada pelo prazer que estava recebendo pra eu engolir o pau até o talo, e assim fiz, de repente, ele me puxa pra cima, roçando a barba em meu pescoço me deixando mais arrepiado que estava, em me virou de costas, e apertando meus mamilos com seus dedões grandes, mãos pesadas, mas, bem macias, disse em meu ouvido direito depois que tinha enfiado a língua e o mordiscado disse entre suspiros ofegantes:

– Agora vou te comer, vou enfiar meu caralho nesse teu rabão e socar com força, seu safado gostoso.

Sentir o seu hálito na minha orelha, sua respiração ofegante em minha nuca, me fez ficar tarado por ele, empinei minha bunda para trás e senti aquele cacetão subir com o empinar de minha bunda, ele tratou de desabotoar e descer de uma só vez minha bermuda com cueca e tudo, e ficou roçando o pauzão na entrada de minha bunda, dando duas tapas firmes em cada nádega minha, veio descendo com sua língua quente e úmida até o encontro de minha bunda grande, dando mais duas tapas, abrindo-a ele enfiou o rosto dentro e lambeu meu cuzinho, que logo piscou, mordiscou, chupou, enfiou um… Dois… Três dedos me abrindo, alargando meu cuzinho para receber aquele cacetão.

Rapidamente sem tirar seus olhos sedentos de mim, foi até a escrivaninha onde tinha o computador, pegou um preservativo e um pacotinho, que supus ser lubrificante, ao chegar próximo á mim, disse:

– Quero que você me prepare para ser seu. Para comer esse cuzinho apetitoso.

Logo o atendi, a ansiedade me consumia de um jeito, que meu corpo fervia, minhas carnes tremiam, e eu também respirava ofegante, olhando – o nos olhos, ele com seu rosto com um sorriso muito sacana fazia o pau pulsar diante de meu rosto, antes de vesti-lo com a camisinha, abocanhei seu cacete latejante e engoli até o talo, fui tirando-o de minha boca aos poucos deixando – o bem molhado, depois de rasgar o pacote da camisinha, vi que era de sabor de menta, coloquei a camisinha no pau, tirei um pouco do ar, e desci até a extremidade do seu pau com a boca, ele virou a cabeça para trás, e segurou forte minha cabeça, com as duas mãos eu subi por entre seus braços na ânsia de fazê-lo soltar suas mãos de minha cabeça, ele suspirava e dizia que estava se segurando pra não gozar, abri logo o outro pacote e deslizei o gel lubrificante em seu pau esfregando-o depois olhando pra ele com a cara mais safada que eu conseguia fazer, pedi também que ele me preparasse para recebê-lo.

Jonas estava irreconhecível com a ânsia de me foder, passou o gel em um dedo, e com um golpe certeiro enfiou fundo no meu cuzinho que piscava, no impacto do seu dedo, empinei a bunda, dando a ele mais tesão, que logo enfiou mais dois, ficou brincando com meu cu, abrindo-me e me alargando com um dedo, dois e três, enfiava-os ás vezes os três de uma só vez, eu gemia e pedia que ele me fodesse, meu cacete começava a babar, e num momento meu de distração, senti ele me invadir lento e ao mesmo tempo, com força, eu quis fugir, por que começou a doer, mais ele me segurou pelas ancas, e foi forçando o seu pau até me fazer senti-lo entrar por inteiro.

Achei que ele tinha gozado, por ter parado e estava ofegante, quando olhei pelo espelho que tinha na parede a nossa frente, ele estava com os olhos fechados, segurando agora minha cintura, o suor descendo pelo seu rosto, unindo com pingos que vinham pelo seu peito, puxou meu cabelo ainda de olhos fechados e me deu um beijo demorado, um beijo, úmido, quente, molhado, foi me beijando e me fazendo senti-lo entrar cada vez mais fundo de mim.

Sua pele de encontro a minha, seus pelos, roçando em minhas costas, me aconcheguei em seu corpo e deixei–o bombar, ele começou á acelerar os movimentos, tirando quase tudo e metendo de uma vez, meu cu pulsava, mascando seu pau, ele mordiscava também minhas orelhas, e roçava sua barba em minha nuca, me deixando arrepiado, depois tirou o pau de dentro de mim, e me mandou virar de frente:

– Quero te comer de frente, vira!

Virei de frente rapidamente, chupando seus mamilos, passeando com as mãos em seu corpo sentindo sua pele suada, ele levantou minha perna direita, me imprensando contra a máquina que ainda continuava a lavar, depois com um impulso levantou a minha perna esquerda me fazendo prender-me em sua cintura. Rapidamente cutucou meu cu com o pau, e enfiou certeiro dentro de mim, me fazendo subir e descer, ficamos nessa posição durante alguns minutos, foi se deitando ainda comigo em seu colo, até chegarmos ao chão.

Deitados. Ele começou a socar com mais força, tirando tudo e metendo de vez, meu cu fazia um barulho quando sentia o atrito com o seu pau que parecia aço. Foi bombando, metendo e tirando forte, me fazendo gemer, de repente, ele sai de mim, e arranca a camisinha, e vem pra próximo do meu rosto, gozando, gemendo, lambuzando meu rosto e meu corpo, acho que foram uns cinco jatos grossos de porra que veio á mim.

Ainda de pau duro, agora com a cabeça toda lambuzada e muito vermelha, ele disse:

– Ainda tem um pouco… Limpa.

E engoli seu pau, sugando todo o resto, sentindo o seu gosto, depois lambi suas bolas. Fazendo – o gemer, nesse espaço de prazer ele me perguntou:

– Você gozou?

Respondi negativamente com a cabeça, ai ele sorrindo disse: –

-Vamos resolver isso.

Colocou-me no colo e foi me levando até um vão um pouco mais afastado, ligando o interruptor, pude ver em meio a uma luz mortiça uma espécie de estoque, nele havia algumas caixas de produtos de limpeza e cestos de roupas, e tabuas de passar, numa prateleira de ferro recostada à parede a nossa esquerda, muitos ferros de passar, depois dessa estante, outra porta com uma placa com as iniciais WC.

Ele abriu a porta, acendeu a luz, e me pós no chão, me agarrando pela cintura, foi me conduzindo pelo pequeno cubículo apertado, ligou o chuveiro e a água fria caiu sobre nossos corpos, ele pegou um sabonete, e foi esfregando – o no meu corpo, deslizando por minha pele. Meteu dois dedos no meu cu de uma só vez, tirando de mim um gemido abafado, ele se divertia com isso, foi me ensaboando, até chegar ao meu pau que continuava duro, e começou a me punhetar, com uma mão ele me punhetava, com a outra ele introduzia agora três dedos, eu gemia e rebolava com seus dedos dentro de mim, até que gozei farto no chão, nos beijamos mais uma vez, agora sendo eu que a ensaboa – lo.

Tentei beijar sua nuca, mais como ele era mais alto que eu não consegui. Fui deslizando o sabonete por suas costas, até chegar sua bunda, enquanto acariciava sua bunda por cima, perguntei qual era aquela tatuagem das costas, e ele me confidenciou ser a Deusa Egípcia Isis, nem tinha reparado, só vi porque ele me mostrou que no seu braço direito já para chegar ao pulso uma oração, essas tatuagens demonstravam muito quem ele era, voltei a masturbá-lo com rapidez fazendo arquear o corpo num torpor imenso, e mais uma vez ele disse que ia gozar me agachei passando por entre suas pernas entreabertas, e chupei seu pau, até ele gozar. Depois nos vestimos, e minha roupa ficou secando lá, até o dia seguinte, que fui exclusivamente só para buscá-las.

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™ Erick Clark Oficial®

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