Uma Barraca Para Três Passado E Presente: Dp Com O Primo E O Tio Safadão

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Aqui não André pode ser que alguém nos veja…

Depois de falar isso, foi apenas o começo da nossa festa dentro da barraca já armada no quarto da vovó. Entramos dentro da barraca de campo que estava armada no quarto e ficamos á sós lá dentro. Tudo começou ainda fora do quarto, quando todos estavam na sala de jantar vendo televisão. Ele ficava-me encoxando e me fazendo apertar seu pau. Ele me abraçava forte por trás e eu sentia algo crescer por meio de suas pernas grossas, ele era um garoto gordinho, mas que não aparentava tanto, por que ele tinha tudo muito bem distribuído.

Nessa época tínhamos entre 11 e 12 anos e, foi quando descobri o prazer do sexo. Fizemos de tudo dentro daquela barraca. Entre beijos, abraços e caricias até mordidinhas de leve nos mamilos já eriçados. Chupamo-nos e fizemos um delicioso 69 e em fim ele penetrou-me. Seu membro não era tão grosso e grande ainda. Porém, o suficiente para tirar minha virgindade.

Transamos ali dentro da barraca. Nossos cheiros se misturaram ao fervor do momento. Saímos lá de dentro como se nada tivesse acontecido, apenas ficou uma prova que nos fez separar por alguns anos. Muito tempo se passou e depois de quase sete anos nos reencontramos numa festa de família, como naquele domingo de carnaval em que conhecemos o sexo propriamente dito, que ele me penetrou fundo e, gozamos farto sobre nossos corpos molhados pelo suor ardente e caloroso de Fevereiro de 1994.

Agora André Ricardo era conhecido pelas garotas do bairro por Ricardão. Moreno alto. Forte e, olhos negros penetrantes. Seus cabelos encaracolados deixando transparecer um anjo meio diabólico, seus braços fortes. Sobre a camisa regata branca me deixava maluquinho. Quando entrei na casa da vovó ele estava sentado na sala, vestido nessa camiseta branca, bermuda táctel floral mostrando um imenso volume que me fez molhar por dentro, nossos olhos se cruzaram por alguns instantes e sua voz grave e sedutora soou como uma sinfonia para meus ouvidos.

— Há quanto tempo não é mesmo?

E estendendo a mão para me cumprimentar, deu uma leve pegada no caralho formando perfeitamente a cabeça e um corpo já meio desenvolvido de tão duro que estava. Fique sem palavras, meu corpo todo tremeu por dentro, meu anelzinho pulsou como se sentisse aquela cabeça me invadindo por inteiro outra vez.

Para tentar disfarçar, fiz o mesmo e, ele safado sorriu sacana, fiquei vermelho de vergonha. O Tio Rafael provavelmente deve ter desconfiado de algo, me lembro como se fosse hoje. Ele entrando no quarto depois que André já havia ido embora ele me chamou e me mostrou algumas gotas de sangue sobre os lençóis e me perguntou insistentemente até que eu falasse a verdade do que tinha acontecido entre nós dois dentro do quarto, ou melhor, dentro daquela barraca.

Contei entre lágrimas e, para o meu desespero e ou felicidade não sei dizer. Ele colocou o seu membro duro para fora e me fez mamar até tirar dele todo o leite possível, ele era apenas dois anos mais velho que nós naquele tempo.

Enquanto nossos familiares se cumprimentavam e conversam animados, André Ricardo se aproximou de mim quase um pouco distante de todos e, falou que precisava falar comigo, que necessitava ter alguns minutos em particular.

Fiquei sem reação. Não falei nada, respirei fundo ao sentir que sua boca estava próximo ao meu ouvido e, gaguejando enfim consegui pronunciar um não. Do outro lado, estava o Tio Rafael.

Pensei que ele não nos observava. Como Ricardão insistia em ter dois dedos de prosa comigo e, eu sempre relutando, por que sabia o que poderia acontecer entre nós naquela conversa, não prestei muita atenção quando o Tio Rafael saiu de onde estava e veio se aproximando. Até que num momento meu de descontrole gritei:

— Me deixa em paz!!!

De repente todos da casa voltaram os olhos para nós dois e, minha mãe logo perguntou o que acontecia, falei que não era nada e sai correndo casa a fora, me sentando nos degraus que tinha na varanda, chorei soluçado. Alguns minutos depois escuto a porta se abrir lentamente e sem olhar para trás sinto a presença do Tio Rafael, com o cheiro de seu perfume forte, se aproximou de mim por minhas costas e falou no meu ouvido:

— Você é louco? Dá um grito daqueles no meio de toda a família?!

Não falei nada apenas continuava chorando, ele segurou meus ombros e falou bem próximo de mim, eu podia sentir o cheiro forte de seu cigarro.

— Por que você não acaba isso logo de uma vez? Faça logo o que ele quer, não esquecendo que depois terá que me recompensar muito bem é claro. Sabia que sentia falta dessas reuniões em família, principalmente da sua companhia.

Olhei para trás e apenas cuspi em seu rosto e sai correndo.

Da janela do quarto da tia Marcelina, Ricardão me via correr em desespero vila a fora e entrar numa casa abandona que tinha lá do outro lado da rua desde que nós éramos garotos. Chorei muito ali sozinho, soluçava alto que algumas vezes chegava a ficar sem ar, e quando menos espero sinto por trás de mim ele me encoxando, e pude sentir seu membro crescer mais quando se encostou a minha bunda grande. Ele veio roçando a sua barba em meu pescoço, e lentamente lambeu minha orelha e dando uma mordidinha de leve falou:

— Meu querido primo não pode se esconder de mim. O que foi? Está com medo de quê agora? Somos adultos e, não precisamos mais ter medo de ninguém.

Meu coração estava acelerado, minha respiração estava ofegante, quando sua mão procurou a minha e levou para trás e fez com que eu apertasse seu caralho, que já estava fora da bermuda, estava babando.

E continuou:

— Sei que é isso que você quer… Por que não para de ficar fazendo esse joguinho de gato e rato e se entrega logo para mim?

Virou-me de frente me apertando forte e me beijou. Mordiscou lentamente meus lábios e roçou sua barba áspera em meu rosto, ele era um ano mais velho que eu, seu corpo sempre fora precoce, eu agora sentia sua língua duelar contra a minha, seus braços fortes me apertavam contra o meu próprio corpo e, seu mastro reto e duro me furava a bermuda dele fazendo também melar um pouco o tecido da minha bermuda.

Eu tinha me entregado a ele ali naquela casa abandonada que por muitas vezes ficamos brincando de esconde-esconde ali com os outros meninos, tentei fugir de seus braços e ele mordeu minha orelha esquerda me fazendo arrepiar, os meus mamilos ficaram duro meu pênis também ficou mais grosso e endurecido e gemi.

— Aaaaaaaaahhhhhh…

Ele me olhava feito um louco e arrancava minha camisa à procura de meus mamilos, eu tinha o corpo totalmente liso, ao contrário do seu. Ele lambia-os e chupava-me me fazendo delirar. Quando ele abriu o zíper de minha bermuda e o botão fazendo minhas arriarem até a metade das pernas, ouvimos um barulho vindo dos fundos e, consegui ainda subi meio desajeitado a bermuda e, abri a porta. Ele olhou para mim com grande raiva nos olhos e me viu sair correndo, ele foi até onde tinha ouvido o barulho e viu apenas dois gatos que estavam no cio, cruzando.

Cheguei de frente à casa da nossa avó e o outro “Tio Rafael” me esperava de frente ao portão da varanda, estava sem camisa e sua calça jeans estava estufada, um imenso volume marcava deixando a cabeça de seu caralho completamente marcado.

Empurrei-o e entrei casa à dentro, todos estavam na sala conversando minha mãe me viu atordoado e me perguntou o que acontecera, por eu estar sem camisa, nem estava lembrado da camisa que tinha deixado na casa abandonada e Tia Marcelina me perguntou que mancha roxa era aquela envolta do meu mamilo direito, fiquei sem fala e com medo, chorei em meio à multidão que apenas me perguntavam o que havia acontecido, quando de repente Ricardão entra com minha camisa na mão e fala cinicamente que brincávamos e sem querer ele me mordeu o peito a procura de ar, olhei para ele sem dizer uma palavra cuspi em seu rosto e pegando minha camisa de sua mão sai de lá e fui embora.

Parei alguns metros da casa de vovó e fiquei no ponto de ônibus, pensando em tudo que me aconteceu no passado, agora no presente, achei que no presente momento seria tudo tão diferente, estava enganado. Fui despertado de meus pensamentos quando ouvi uma buzina soar estridente em meu ouvido, quando olhei era ninguém mais ninguém menos que Tio Rafael, estava ainda sem camisa e, me mandou entrar no carro, eu não queria, mas as ruas estavam desertas, devido ser um final de semana e feriado.

Entrei em seu carro e ele já veio me molestando, passando suas mãos em minhas pernas que estava trêmulas, meu coração parecia que iria saltar pela boca, minha respiração ficou ofegante quando ele subiu sua mão direita sobre meu rosto e tocou minha face e desceu seus dedos médios e, o anelar em meus lábios e, acariciou a pele ressequida pelo vento. Disse que eu não precisaria ter medo, por que ele não iria deixar que André Ricardo se aproximasse de mim, sem que eu quisesse, pensei comigo:

“Espero que ele esteja falando a verdade e, que não me engane. Nunca pensei que seria assediado pelo meu Tio mais velho e por meu primo safado”.

Mal terminei de pensar o carro parou em frente a minha casa e, de frente ao portão estava meu primo já varando o caralho meio bomba e teso, fazendo a cabeça ficar visível. Fiquei com muita raiva deles, principalmente do traidor. Eu sentia que não iria sair fácil das mãos deles, o jeito era ter que ceder.

Ricardão abriu a porta do carro brutalmente segurando meu braço esquerdo me puxando para fora. Em seguida Tio Rafael saiu do carro e, os dois me arrastaram pelas portas que dava aos fundos da casa. André Ricardo abriu a porta lateral que dava para o quintal e lá estava montada a barraca que nos fez tornar cúmplices de um só corpo e, também uma adolescência provida de complicações e transtornos psicológicos antes de dormir. Todas as Recordações eram trazidas em minha mente como raios e vultos passageiros.

“No quarto de tia Marcelina dentro do guarda roupas quando chupei seu cacete até ficar completamente endurecido…”

“De baixo da mesa da cozinha quando me beijou pela primeira vez, quando senti sua língua duelar com a minha…”

“No banheiro durante os banhos, ele ficava roçando seu pau meio bomba por entre minhas pernas…”

E por fim. Dentro do quarto de vovó quando ele me encoxou e mordendo lentamente minha orelha e me chamando de priminho veadinho, enfiou a mão por dentro de meu short de tecido fino e falei com a voz trêmula:

— Aqui não André pode ser que alguém nos veja.

Voltando à realidade de meus pensamentos. O ano agora era 2001. Estávamos os três dentro da barraca. Os dois completamente nus, segurando seus mastros duros, Tio Rafael, branco, olhos castanho escuros, peito largo, com pelos ligeiramente ralos e aloirados sobre seu tórax descia em pequenos pelos do caminho da felicidade até encontrar-se com os pentelhos do púbis.

Ricardão, moreno, alto, forte olhos negros e penetrantes, sobrancelhas grossas e largas de cabelos encaracolados. Pelos que apareciam diante do umbigo e ia diretamente para o púbis. Seus mastros estavam duros, o do Tio Rafael não era imenso, mais era grande e torto e, a cabeça rosada, parecia um cogumelo, com um pouco da pele cobrindo. Já a do Ricardo, era reto, meio escuro e muito grosso medindo mais ou menos 22 cm.

Gelei quando os vi com caras de tarados, o pau de Tio Rafael, babava enquanto ele batia uma punheta lenta e, Ricardão estava suado. Passeava suas mãos grandes sobre seu corpo fazendo-o ficar arrepiado. Os dois vieram para minha frente e me mandaram colocar os cacetes na boca primeiramente abocanhei o do meu tio, que ao sentir o calor de meus lábios e o toque de minha língua gemeu alto, fazendo o outro ficar insano e querer também sentir o mesmo prazer e, colocou o caralho na altura de minha boca e batendo lentamente com ela me fez abrir boca e chupar também o seu.

Meus olhos lacrimejavam e ambos gemiam alto e, quando menos espero. Vejo os dois beijando-se, aquela cena me fez ficar excitado e sair de mim. Comecei a chupar e punhetar os dois caralhos proporcionando prazer total aos dois. Eles gemiam e, seguravam forte minha cabeça, fazendo algumas vezes engasgar, quando menos espero sinto vários jatos fortes de gala grossa encher minha boca e passar diretamente para minha garganta, depois de ter bebido todas as galas possíveis, tiraram os paus de minha boca.

Sentia-me um pouco tonto, pensei que eu tivesse os saciado, mas me enganei. Os dois ainda estavam cheios de tesão. Quando menos espero Ricardão me segura pelos braços enquanto nosso Tio rasgava brutalmente minha camiseta e, depois abre minhas pernas. Meu primo segurava meus braços e eu estava de frente para ele e de costas para o safado do meu Tio que enfiava seus dedos grandes e grossos até conseguir rasgar também as entradas e, começou a forçar dois dedos.

Ele me bolinava e eu sentia um misto de dor e prazer. Não nego que muitas vezes tive medo do que eles poderiam fazer comigo, mas não deixava de achar tudo aquilo muito excitante. Ricardão me segurou pela cintura e, me beijou ardentemente, sua barba ralava o meu rosto e me entreguei aos seus beijos.

Minhas pernas estavam bem abertas e Tio Rafael, cheirava meu cu, começava a lamber me fazendo contorcer todo. Meu corpo não parava de sentir arrepios. De repente, Tio Rafael sentou-se no chão e me puxou para o seu colo. Senti arder minhas pregas e rasgar as minhas entranhas, ele ia engolindo meu cu e eu começava a chorar novamente, depois que ele estava todo dentro de mim, senti um prazer que desconhecia, já começava a cavalgar nele, meu primo ainda ansiava por prazer e veio com seu pau ainda duro para eu chupar novamente.

Chupei seu pau. Mas ele não queria mais gozar em minha boca e, me fez deitar sobre Tio Rafael e, falou:

— Quero foder você e, vai ser do jeito que você está ai!

Olhei para ele incrédulo, quis me levantar, ele segurou minhas pernas, por, mais que eu tentasse lutar, os dois eram mais fortes que eu. E foi em vão. Ricardão começou a forçar seu pau na entrada do meu cu, eu gemia alto, choramingava de dor. Mas eles queriam aquilo, ansiavam por me penetrarem duplamente, até que ele conseguiu.

Senti-me um sanduíche humano. Os dois bombava freneticamente dentro de mim, eu já começava sentir calafrios e, minhas pernas ficaram dormentes, comecei a sentir a vista escurecer. Pensei que fosse morrer, foi aí que tive o meu primeiro orgasmo duplo. Meu cu pulsava e soltava uma espécie de vento fazendo os paus entrar e sair mais rápidos, meu pau também gozava farto melando o abdômen de Ricardão, eles perceberam que eu estava gozando pelo cu e pelo pau e, aceleraram até gozarem também dentro de mim, enchendo o meu cu de suas galas grossas e quentes.

Depois tiraram seus caralhos de dentro de mim e, ambos me beijaram, dizendo que nunca iriam esquecer esse dia e, dos outros passados e dos que estavam por vir. Tomamos banhos juntos os três e eles foram embora me deixando deflorado o cu, e acabado fisicamente.

# Direitos autorais reservados. Proibidas sua reprodução, exceto com autorização formal do autor. Lei: 5988 de 1973 #

™ Erick Clark Oficial ®

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